sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Landa NanoInk









O mundo da tecnologia da impressão está em suspenso até à abertura da Drupa a 30 de Maio de 2016. O motivo? A apresentação das novas máquinas de impressão Landa. No mesmo evento há quatro anos, Benny Landa surpreendeu tudo e todos ao apresentar uma nova tecnologia que utiliza pigmentos nanométricos e, apesar de nessa altura não ter sido possível comprovar os reais resultados impressos, todo o mercado gráfico ficou na expectativa.

Durante os últimos anos, a equipa da Landa tem publicado algumas informações mais detalhadas sobre a tecnologia, apresentado diferentes modelos de equipamentos e mostrado algumas vantagens da tecnologia desenvolvida no centro de investigação desta marca israelita.

Em termos de cor, a equipa de investigação argumenta que com esta tecnologia é possível aumentar significativamente a gama de cor, quando comparada com a tecnologia de impressão offset. Este aumento acontece sobretudo porque a tinta aplicada sobre a superfície a imprimir já está parcialmente seca, garantindo assim, menor absorção por parte do suporte, maior intensidade e brilho das cores impressas.




sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Kit pintura sem nome













No que à cor diz respeito, por vezes o mais complicado, não é tanto a compreensão dos conceitos inerentes à formulação da cor (síntese aditiva ou subtrativa), mas sim a atribuição de um nome específico a uma cor. É necessário que essa denominação seja o mais universal possível e que esta possa ser entendida por todos, da mesma forma, para que não se gere nenhuma dúvida.

Como nem sempre isso é fácil, os designers Yusuke Imai e Ayami Moteki, criaram um kit de pintura, cujas peças não são identificadas pelo nome da cor, mas sim pela formula utilizada para a obter. Assim, o tubo de tinta verde, em vez de ser identificada desta forma, apresenta apenas uma representação simbólica da cor azul e amarela. Desta forma os designers acreditam que é possível ensinar os conceitos de cor, antes mesmo de lhes atribuir um nome.




quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Projeto FRED15








No passado dia 30 de Setembro, a ECI – European Color Initiative publicou, em parceria com a bvdm, a Fogra e a Ugra, novos perfis de cor que correspondem à atualização de dezembro de 2013 da norma ISO 12647-2. A revisão desta norma tem em conta as mais recentes tecnologias de medição, utilização de iluminantes padrão, e controlo de branqueadores ópticos.

Desde o momento da sua publicação, o projeto FRED15, foi responsável pelo desenvolvimento dos novos dados de caracterização, novos perfis de cor para impressão offset e pelas novas tiras de controlo a utilizar. Para já estão disponíveis os perfis de cor para as condições de impressão 1 e 5 (papel revestido e papel não revestido). Estas novas ferramentas podem ser descarregadas aqui.


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Encerramento do centro de investigação AIDO









O "Instituto Tecnológico de Óptica, Color e Imagen" AIDO de Valência, reconhecido no setor da indústria gráfica por se ter tornado numa referência no desenvolvimento de atividades de formação e serviços de tecnologia prestados às empresas, nomeadamente nas áreas da gestão de cor e implementação de normas ISO, comunicou o encerramento de todas as suas atividades.

Depois de 27 anos de atividade, a AIDO não resistiu a um escândalo que envolve alguns gestores do instituto, alegadamente no que diz respeito à fraude na obtenção de financiamentos e outras irregularidades. A reestruturação que o instituto vinha a desenvolver desde 2012, que envolveu o encerramento de alguns departamentos, não foi suficiente para criar um plano de viabilidade empresarial, levando os tribunais espanhóis a decretar o encerramento imediato do instituto, que empregava ainda 55 funcionários.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Encontrado catálogo de cores do séc. XVII















O historiador de arte Erik Kwakkel anunciou ter encontrado recentemente, na Biblioteca Méjanes em Aix-en-Provence em França, um catálogo de cores datado de 1692. Esta edição manuscrita tem identificado como autor um artista de seu nome “A. Boogert”, que descreve cada tom ao longo de mais de 800 páginas pintadas a aquarelas. Boogert não só descreve o uso das cores na pintura, mas explica também como as misturar, adicionando 1, 2 ou 3 partes de água, de forma a obter diferentes tonalidades.
Apesar de ter como intenção ajudar os pintores da época, por se tratar de um livro manuscrito, e por não se conhecerem mais exemplares, o impacto desta obra não terá sido significativo, apesar da sua atualidade. O livro pode ser consultado na sua totalidade aqui.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O magenta não existe!!!







Os cones são as células fotosensíveis que possuímos nos nossos olhos e que são responsáveis pelas cores que vemos, mas "só" são sensíveis ao vermelho, verde e azul. No entanto, a cor magenta não tem um comprimento de onda que possa ser representado no nosso espectro visível. Então como é que o nosso cérebro consegue perceber a cor magenta?

Neste vídeo o cientista Steve Mould demonstra o estranho fenómeno da mistura de cores, onde nem tudo o que parece é...


segunda-feira, 20 de julho de 2015

"Apenas" 5 razões

Muitas empresas do sector da comunicação trabalham no no limite dos prazos para conseguir produzir e verificar as artes-finais, enviar o trabalho para a gráfica, aprovar a prova de cor, produzir e entregar o trabalho ao cliente. Só depois do trabalho entregue se vêm ao pormenor questões como a correcta reprodução da cor, e se estranha o porquê de a cor impressa não ter o aspecto desejado.

As pequenas agências de publicidade e de produção gráfica descrevem a gestão de cor como "um luxo", como algo "que acarreta custos adicionais" e que apenas podem ser "suportados pelas grandes empresas do sector". Mas existem boas razões para adoptar os sistemas de gestão de cor e é fácil de perceber que este investimento rapidamente se traduz em melhorias dos processos e, consequentemente, numa maior produtividade.

Estas são as 5 razões apontadas recentemente por um artigo da Dubsat para que as pequenas agências de publicidade e produção adoptem ferramentas de gestão de cor nos seus processos:

  1. A gestão de cor melhora significativamente os processos de execução de uma arte-final – na sua forma mais simples, a gestão de cores melhora a previsibilidade da reprodução das cores, desde o momento da captura até à produção final. Empresas de impressão e acabamento podem trabalhar sabendo que o que vêem no ecrã é o que os designers criaram, e que seu trabalho irá traduzir corretamente o que foi planeado.
  2. A gestão de cor acelera os processos de trabalho – A alteração dos processos de trabalho permite uma optimização de recurso assim como standardizar a forma como se trabalham as cores de forma a haver o mínimo de alterações possíveis ao longo do fluxo de trabalho.
  3. A gestão de cor reduz despesas – Reduzindo os tempos de preparação das artes-finais, e garantir que não há necessidade de rectificações de última hora, é possível garantir um melhor planeamento de toda a produção e consequente optimização de recurso, traduzidos num redução de despesas
  4. Os clientes exigem um bom tratamento de cor – Cada vez mais os clientes têm consciência da importância da correcta reprodução da cor. Por isso, muitos clientes começam a exigir a utilização de ferramentas de gestão de cor de modo a poderem, em qualquer fase do processo, obter simulações da cor impressa. Desta forma também é possível acelerar o processo de revisão e aprovação dos trabalhos.
  5. A gestão de cor assegura consistência de cor entre diferentes meios – Nos dias que correm, é comum que uma imagem possa ser reproduzida em mais do que um meio de comunicação ou suporte. Os sistemas de gestão de cor também podem ajudar a garantir a coerência, não só entre os diferentes anúncios impressos, mas também entre os anúncios on-line e anúncios impressos.